videogames inc: Clássicos do RPG extrapolam fronteiras dos videogames
E lá se vão quase 40 anos que elfos, magos, cavaleiros e arqueiros quebraram as fronteiras do RPG e ganharam o universo dos videogames, livros, filmes, animes, internet, tornando-se um importante componente da cultura pop da virada do milênio.
Toda essa expansão do RPG, inciada a partir de 1975, começou a tomar os megacomputadores como PDP-10 e Unix antes dos jogos chegarem aos computadores pessoais do mercado, como o Apple II. O game pioneiro foi “Akalabeth”. O grande salto, porém, demoraria uma década. Foi quando começaram a surgir os primeiros clássicos do gênero, e responsáveis pela tomada de outros mercados.
O grande desbravador foi Dragon Quest, produzido pela Enix – atual Square Enix – e desenvolvido pelos japoneses Akira Toriyama e Yui Horii, e motivo de adoração no Japão. Com “Dragon Warrior”, o jogo lançado em 1986 que revela a história do descendente do lendário Roto contra o rei dragão Ryuou, a franquia se desdobraria em uma galeria infindável de sub-séries (Monsters, Silme, Torneko’s), tomaria de assalto uma variedade imensa de consoles ao longo dos anos (Super Nintendo, Game Boy, Playstation, Wii…) e viraria animes e mangás.
Trajetória que seria seguida um pouco depois por Final Fantasy, lançada em 1987 e desenvolvida pela Square – que mais tarde se juntaria a Enix. Criada por Hironobu Sakaguchi, o game salvou, na prática, a sua produtora, que à época vivia dificuldades financeiras. O jogo foi um sucesso estrondoso, acumulando vendas que já ultrapassaram as 100 milhões de cópias, além de uma série de quebras de marcas no Guinness, o livro dos recordes. Números que devem ser encorpados depois do lançamento, em janeiro, do mais novo jogo da franquia, “Final Fantasy XIII-2″.
A luta de um grupo de heróis contra o mal, que faz parte do núcleo dos jogos de “Final Fantasy”, se espalhou por consoles e hoje está disponível para Playstation 3, Wii, PSP, Nintendo DS e no ascendente mercado de telefonia celular – além de ainda ser um sucesso para PCs, assim como acontece com o antecessor “Dragon Quest”. Sem falar na série de animes e mangás e no filme inspirado no RPG, “Final Fantasy – The Sprits Within”, de 2001.
A receita de sucsso também se repetiu com The Elder Scrolls, a franquia caçula saída do mundo do RPG. Desenvolvida pela Bethesda Softworks e lançada em 1994, emplacou com um ambiente enorme, com pitadas das tramas de J.R.R. Tolkien e liberdade total para o jogador fazer o que quiser com seu personagem, tendo o final da trama sob seu inteiro controle – a alma do RPG.
Com uma lista de jogos que já passou de uma dezena, as séries Arena, Daggerfall, Morrowind, Oblivion e Skyrim colocaram a franquia em um patamar de clássico do gênero, dando origem, inclusive, a dois livros baseados na sua trama, “The Infernal City” e “Lord of Souls”, obras do autor de ficção científica Gregory Keyes.
(texto integral do walmart blog)
Source: mundowalmart.com.br
Source: xombiedirge
Geek-Art.net / Julius von Brunk - Domaster & Tetrawing
What is cooler than a Game Boy ? A Transformer Game Boy. What is cooler than a Transformer Game Boy ? A Transformer Gameboy made in Lego bricks. What is cooler than a Transformer Gameboy made in Lego bricks ? A Transformer Gameboy made in Lego bricks with a Tetris cartridge that transforms into a Transformer bird. Thanks you, Julius Von Brunk. Thank you.
Via Neatorama
Source: geek-art
One Video Game a Day: Mari0
For a while i’ve adopted the philosophy of just putting browser games, for the sake of simplicity, but this one cannot be avoided.
Mari0 is a SMB re-imagining (with all the levels, and more) that adds the always cool Portal Gun to the mix.
You can throw portals anywhere you want, and of…
Source: stabyourself.net






